Sonae sai do mercado devido ao 5G: mercado tornou-se alvo de um ataque sem precedentes – Telecom

As críticas à realização dos leilões 5G da Anacom chegaram à liderança do Grupo Sonae. Claudia Azevedo, CEO do Grupo é a maior acionista da Nos, que afirmou, em comunicado, que “a regulação representa um grande retrocesso para a competitividade do setor” e acrescenta que as regras “levantam questões sobre a sustentabilidade do setor ao longo do tempo, pois impedem o investimento e a inovação, com potenciais prejuízos. Não pode ser corrigido para o país e para os portugueses. “

Portanto, ele expressa “total desacordo e preocupação com as regulamentações que são profundamente prejudiciais ao futuro do próprio país”.

Para Claudia Azevedo, o pressuposto subjacente ao regulamento é “errado”, tendo em conta que “Portugal é um dos países mais competitivos e com melhor cobertura em termos de qualidade e serviço na Europa”. A própria Sonae lançou, sem colocar na boca do CEO, a afirmação de que “o mercado nacional de telecomunicações tornou-se alvo de um ataque sem precedentes e extremamente perigoso ao futuro do setor e do país”, desde o regulamento e segundo a empresa, parte da “premissa básica do regulador que O mercado nacional de telecomunicações não é competitivo, o que a Sonae não admite, nem testa e rejeita veementemente. ” “O mercado português é muito dinâmico e competitivo”, afirma, e segundo Sonai não se pode provar a falta de concorrência e os preços elevados. Aliás, para além do comunicado, a Sonae enviou um monte de sketches para provar que o mercado é competitivo.

Por esta razão, ele acrescenta, “aceitar as premissas do regulador é um insulto a todas as operadoras que apoiaram o desenvolvimento do setor até agora e estabelece um precedente preocupante”, considerando que “é alarmante e irracional ver uma lista marcadamente discriminatória entre as operadoras que já estão no mercado e os entrantes potenciais.”

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As operadoras criticaram o regulamento por dar condições favoráveis ​​a novos participantes. Para a Sonae, isto “resulta num viés artificial inaceitável por parte de quem tem um compromisso de longo prazo com o Estado e o sector”. Utilizando as palavras já ditas por Miguel Almeida a Nigossius, falou do confisco da rede móvel criada pelos operadores, quando foi permitido ao operador entrante “acesso aleatório à rede dos operadores históricos”. De facto, a Sonae, numa apresentação que enviou às redações, relembra o que se passou em anteriores licitações e outros leilões de tecnologia, onde se pedia aos novos concorrentes as regras de cobertura. De acordo com o regulamento, Existe uma reserva de espectro para os recém-chegados, que podem beneficiar do roaming nacional, e são obrigados a cobrir o telemóvel por 25% e 50% dos locais.

Nesta declaração, a Sonae assume que nos “encorajou” a sermos concorrentes e a valorizarmos a sociedade portuguesa, “o desafio é feito com plena consciência e nunca evitamos a competitividade e os desafios inerentes ao mercado de telecomunicações”. Este é o ADN da Sonae e o seu compromisso de longo prazo com o país, a sociedade portuguesa e o tecido empresarial, “razão pela qual afirma ter reforçado a sua posição no operador sob a liderança de Miguel Almeida,” de forma a garantir que a empresa tem as condições necessárias para desenvolver o seu projecto de telecomunicações no mercado nacional.

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