Os promotores de SP discutiram a quebra da rota da vacina para Kovid, mas apontaram como autor do pedido

Os promotores de SP discutiram a quebra da rota da vacina para Kovid, mas apontaram como autor do pedido
  • Andre Shoulders – reandreshalders
  • BBC News Brasil em Brasília

Legenda da foto,

Integrantes do ministério público do estado de São Paulo se reuniram para perguntar ao governo do estado se essa categoria é prioritária para o recebimento da vacina contra o Kovid-19.

Nesta quarta-feira (2/12), foi divulgada a ata da reunião do Conselho Superior do Ministério da Administração Pública (MPSP) em São Paulo, segundo a qual um grupo de membros da organização “se manifestou” e perguntou se esta categoria poderia “pular a fila” de prioridades e antes do resto da população Kovid-19 Pode receber a vacina contra.

Agora, uma virada no caso: o promotor disse em um comunicado oficial que não havia tratado ou assinado qualquer petição, petição ou outras petições, como disse o reclamante à BBC News Brasil.

“Quero saber onde ele está (pedido), posso me proteger porque não assinei nenhum documento, não fiz nenhum pedido nesse sentido”, disse à BBC News Brasil o promotor do MP-SP, Roberto Barbosa.

“Eu nem mesmo tenho essa liderança para ter tantos colegas de trabalho, então posso pedir assinaturas”, disse ele.

O pedido será encaminhado à secretaria de crise do governo estadual criada para combater a epidemia.

O pedido foi encaminhado ao procurador-geral titular do MPSP, Mario Luiz Sarubo, na reunião do Conselho Superior da empresa no dia 24 de novembro deste ano.

O procurador Aruval Martins, conselheiro, levou o pedido a Sarrubo.

“Dependendo da atividade funcional da carreira, esta é uma indicação para avaliar a possibilidade de inclusão do Ministério Público em uma das primeiras etapas prioritárias da vacinação contra o Kovid-19”, prossegue o documento.

A ata da reunião cita também um resumo da “apresentação” atribuída a Roberto Barbosa Alves.

Legenda da foto,

“Não assinei nenhum documento e não fiz nenhum pedido nesse sentido”, disse o promotor do MP-SP, Roberto Barbosa, à BBC News Brasil.

“Não é uma questão de egoísmo em relação a outras carreiras, principalmente com colegas de primeiro grau trabalhando com o público, o atendimento ao público e as atividades sociais são ótimas e outras atividades que fazem parte do nosso dia a dia”, disse um dos resumos. O documento foi divulgado pelo jornal online Brazil de Fato.

O vereador Sarubbo disse que encaminhará o assunto ao escritório de crise e tentará pessoalmente apresentar a reclamação ao governo estadual. (…) As vacinas devem começar a partir de janeiro, causando ainda mais danos à população, incluindo idosos, profissionais médicos e outros. De qualquer forma, é uma crise. Ele acha que é um processo que pode ser avaliado pela secretaria ”, afirmou.

A reportagem da BBC News Brasil enviou mensagens de texto chamando o conselheiro Aruval Martins, mas ainda não houve resposta. O WhatsApp indica que a BBC News Brasil visualizou as mensagens, mas não retornou.

Em nota à reportagem da BBC News Brasil, o MP-SP disse que o pedido nunca havia atendido “um pedido oficial do Ministério Público para incluir o Kovid-19 nos estágios iniciais de vacinação”.

Eu conversei não oficialmente no WhatsApp

À BBC News Brasil, Roberto Barbosa Alves chamou a reunião de “imprecisa” em poucos minutos.

“Meu nome está indevidamente envolvido nesta situação. Não fiz nenhum pedido. Não assinei uma petição e não estou ciente da situação. E me parece que realmente não há nenhum pedido. Portanto, não sei de onde veio. Nas atas do conselho e mais tarde nos jornais.” Ele disse.

Existia, disse Barbosa, uma conversa informal com Aruval Martins sobre o assunto, e não a petição.

“Numa conversa informal no WhatsApp, perguntei a ele (Aruval Martins) o que ele pensa sobre isso”, disse o promotor.

“Falei informalmente com o vereador (Aruval Martins) e pedi a opinião dele sobre o assunto porque foi claramente discutido. Acredito que será discutido não só no ministério público, mas em todas as instituições”, disse.

“Poucas pessoas falam, mas os promotores visitam casas para idosos, abrigos para idosos. E acho que é razoável argumentarmos que esses promotores podem ter a menor prioridade. Portanto, eles não são vetores. A partir do pedido, eu nunca fiz “, disse ele.

“Então, da minha parte, não fiz nenhum pedido. E discordo do pedido que fiz. Não concordo com ele. Quero ser muito claro. Não conheço nenhum pedido, não conheço nenhum pedido”, disse.

“É a expressão de um vereador do deputado. O vereador (Aruval Martins) devia explicar porque fez este pedido. Falou sobre um abaixo-assinado, porque fez o pedido. Quem deve explicar, né? Roberto disse.

“Felizmente recebi muitas mensagens de solidariedade, mas ao mesmo tempo enfrentei ataques muito pesados ​​e injustos”, lamentou.

Legenda da foto,

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira um plano preliminar de vacinação no Brasil, definindo grupos prioritários para imunização.

Questionado se Aruval Martins mentiu na reunião do conselho do MPSP, Alves brincou.

“Não posso dizer isso (Aruval mentiu ou foi longe demais) porque é uma transcrição da ata colegiada. Portanto, não tenho certeza do que aconteceu na reunião. Não posso dizer nada sobre isso”, disse.

No plano do Ministério da Saúde, a prioridade será dada aos idosos

Na última terça-feira, 12/01), o Ministério da Saúde divulgou um plano preliminar de vacinação no Brasil. Na estratégia proposta por Folder, a vacinação ocorre em quatro etapas e a prioridade é dada aos grupos mais vulneráveis ​​ao SARS-CoV-2, ou seja, maiores de 75 anos, com comorbidades, profissionais de saúde e indígenas.

Em seguida, na segunda etapa, passa a ser a vez do idoso entre 60 e 74 anos. No terceiro estágio, é a vez dos portadores de comorbidades que agravam a doença, como os renais e cardíacos.

Por fim, a quarta etapa envolve professores, seguranças e bombeiros, carcereiros e presidiários.

No governo federal, há uma aposta para desenvolver a empresa britânica AstroZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

No caso do governo de São Paulo, a Sinovak, farmacêutica chinesa, está desenvolvendo uma vacina em parceria com o Instituto Button. O imunizante deve estar à disposição da população até janeiro de 2021, afirmou o diretor do Button Dimas Kovas nesta quinta-feira (03).

“Acredito que a vacina estará disponível e o registro na Anvisa também estará disponível. Então, podemos iniciar o programa de vacinação em janeiro, acredito”, disse Dimas Kovas.

*Colaboração de Mariana Schreiber, de Brasília, e de Leticia Mori de São Paulo

Você já viu nossos novos vídeos Youtube? Inscreva-se no nosso canal!

Teremos o maior prazer em ouvir seus pensamentos

Deixe uma Comentário

GIRONATV.COM É PARTICIPANTE DO PROGRAMA AMAZON SERVICES LLC ASSOCIATES, UM PROGRAMA DE PUBLICIDADE AFILIADO PROJETADO PARA FORNECER MEIOS PARA OS SITES GANHAREM TAXAS DE PUBLICIDADE EM E EM CONEXÃO COM AMAZON.COM. AMAZON, O LOGOTIPO AMAZON, AMAZONSUPPLY E O LOGOTIPO AMAZONSUPPLY SÃO MARCAS REGISTRADAS DA AMAZON.COM, INC. OU SUAS AFILIADAS. COMO ASSOCIADO DA AMAZÔNIA, GANHAMOS COMISSÕES DE AFILIADOS PARA COMPRAS ELEGÍVEIS. OBRIGADO, AMAZON POR NOS AJUDAR A PAGAR AS TAXAS DO SITE! TODAS AS IMAGENS DE PRODUTOS SÃO DE PROPRIEDADE DE AMAZON.COM E DE SEUS VENDEDORES.
Giro na TV