Além de Kamala Harris

Museu da Pessoa traz o projeto Vidas Negras para lançar luz sobre a história das famílias negras no Brasil nos séculos 20 e 21

Isso se confirma, e Kamala Devi Harris será a vice-presidente dos Estados Unidos. Harris seria a primeira mulher afrodescendente a ocupar o cargo. Sua eleição é de grande significado, mas em meados da década de 2020, as famílias e comunidades negras na diáspora africana ainda não eram tão proeminentes quanto mereciam.

Pensando nisso, então Museu da pessoa Ele olha seu acervo e lança luzes sobre cenas do cotidiano das famílias negras no Brasil dos séculos 20 e 21. Uma vez programando Vida negra, Projeto cuja coordenação reúne nomes como a filósofa e educadora Sueli Carneiro (fundadora do Geledés, Instituto da Mulher Negra), o escritor Diógenes Moura, o diretor Day Rodrigues, a professora Luciara Ribeiro e o professor Roberto da Silva.

A coleção do Museu da Pessoa consiste em cerca de 20.000 histórias e quase 60.000 fotos e documentos registrados nos últimos 30 anos ou mais, e tem curadoria e curadoria de relatórios sobre pessoas negras de todo o Brasil. “As histórias de vida dos negros são baseadas na resistência diária, em face das violentas convenções sociais da autobranquilidade. Falar como um lugar de força e memória abre um ponto de inflexão para construirmos experiências e narrativas negras fora deste mundo desprezível”, diz Dai Rodriguez, membro do comitê organizador.

Até janeiro de 2021, o Programa Vidas Negras inclui: a Galeria virtual Dividido em quatro loops, que podem ser visitados na plataforma do Museu da Pessoa; Podcast PessoasQue terá início no dia 20 de novembro com a história da vida de 10 pessoas sobre a questão do racismo no Brasil; Ao lado da tela audiovisual (Entre) experiências negrasTarde Ouvido mundialUm procedimento educacional para transferir todos esses materiais para as escolas.

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A vida negra é um patrimônio fundador do Brasil e destacá-la neste momento no país e no mundo é uma forma de atuar para que esse valor – tanto histórico quanto humano – seja não só reconhecido, mas também respeitado. Entrar plataforma Museu da pessoa E confira toda a programação.