Globo exibe o remake da série “Raízes”

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Os atores Malachi Kirby e Emayatzy Corinealdi - Foto: Reprodução/Internet

A série “Raízes”, que foi sucesso no SBT e na Globo nas décadas de 1970 e 1980, respectivamente, fala sobre escravidão, liberdade e preconceito. A obra é uma adaptação do livro Negras Raízes, e está atualmente sendo exibida no canal pago History Channel.

Segundo informações do colunista Fernando Oliveira, Zapping, o remake da icônica série será dividido em oito capítulos e entra na grade de programação da emissora dos Marinhos hoje, às 22h53, com exibições de terça a sexta.

O “Raízes” original foi premiado com nove Emmys, tendo alcançado uma das maiores audiências da TV estadunidense de todos os tempos. A série retrata a luta de uma família para sobreviver, apesar das enormes dificuldades e crueldades que tiveram de enfrentar.

Estão no elenco: Laurence Fishburne (vencedor do Emmy), Forrest Whitaker (vencedor do Oscar), Anna Paquin (vencedora do Oscar), Jonathan Rhys Meyers e Anika Noni Rose.

2 Comentários

  1. Eu quando” era criança pequenininha em barbacena” eu assisti raízes e provo: tinha o Kunta Kintê que não sei se é assim que se escreve , mas eu era inocente e não entendia porque os negros apanhavam tanto, sim porque eu não enxergava a cor negra,eu digo isto no sentido do preconceito, por exemplo, a violencia também, porque meus Deus cortaram o pé dele, porque ele queria fugir e já tava velho ,eu pensava,porque isto meu Deus, e também quando tinha uma descedente do kunta que fez amizade com uma menina branca e anos depois as duas velhas se encontraram, a negra e a branca, e a branca pediu água no caminho e nem lembrou de sua amiga escrava na infancia, eu quero dizer que estas coisas ficaram marcadas para mim, e tinha também uma mãe negra tentando mostrar a uma filha negra escrava, porque ela tinha que deitar com o dono branco bêbado e velho, sendo que dava entender que a mãe padecera do mesmo mal. Repetição de sofrimentos que vão ser distorcidos , vão ter pessoas cooptadas que vão achar que são coisas normais de um padrão de sociedade, mas basta ver entidades religiosas que cometem abusos do mesmo jeito com pessoas brancas da família, como a religião dos EUA

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